
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
"La Philosophie dans le boudoir"
Sinopse:
Dolmancé e Madame de Saint"Ange, dois dos personagens mais libertinos da história da literatura universal são os protagonistas desse texto, escrito originalmente pelo marquês de Sade, em que é apresentada a educação sexual de uma jovem virgem, com aulas práticas e teóricas de libertinagem. Após o período de aprendizado, a mãe da jovem chega ao palácio dos libertinos para tentar resgatá-la, quando então é confrontada pelos mentores da jovem e por ela mesma.
Texto: Rodolfo García Vázquez, a partir da obra homônima do marquês de Sade.
Direção: Rodolfo García Vázquez
Elenco: Andressa Cabral, Beto Bellini, Diogo Moura, Evelyn Ligocki, Henrique Mello, Marta Baião e Ruy Andrade
Iluminação: Flávio Duarte
Sonoplastia: Poeta Queiroz Filho
Cenários e figurinos: Marcelo Maffei
Executiva: Evelyn Ligocki
Quando: Terças e sextas às 21hQuanto: R$ 30,00; R$ 15,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade)
ESPAÇO DOS SATYROS DOIS
Praça Roosevelt, 134
Telefone para reservas: 11 3258 6345
domingo, 12 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Lyndon Wadesegunda-feira, 6 de outubro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
O velho
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Como criar coragem em meio ao vale dos amedrontados.
Erwin Olafquarta-feira, 3 de setembro de 2008

Existirá sempre alguém que não se importará e nem se estremecerá com os meus olhos azuis.
Com meu jeito amigável...
Nem compartilharão meu sonhos...
Muito menos minhas realidades...
Mas isso não importa...
O que realmente importa, são minha pequenas estórias da qual construo dia após dia minha personagem que grita minhas angústias.
Mas ninguém ouvirá verdadeiramente com os ouvidos da alma, e sim do corpo.
BORBOLETAS DE SOL DE ASAS MAGOADAS

Estréia: 10 de setembro
Texto: Evelyn Ligorki
Direção: Evelyn Ligorki e Celina Alcântara
Elenco: Evelyn Ligorki
Quando: Quartas às 21:00
Quanto: R$ 20,00; R$ 10,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade); R$ 5,00 (Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt)Lotação: 70 lugaresDuração: 60 minutos
– Indeterminado.
Marquis au cube...
"Os 120 Dias de Sodoma","A Filosofia na Alcova" e "Ciranda dos Libertinos".domingo, 31 de agosto de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
"Ele não é meu Filho" de Philippe Gaulier

quinta-feira, 28 de agosto de 2008
"Cubos de gelo no asfalto"
terça-feira, 26 de agosto de 2008
domingo, 3 de agosto de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Memórias póstumas de um...

Seu hálito lascivo me refrescava a alma e iluminava meus desejos mais íntimos. Fazia de seu sono um quadro de traços delicados. Enquanto dormia e sonhava com seu realismo fantástico, eu me contentava em observá-la, num canto úmido do escuro labirinto. Jamais saberás a tonalidade onírica que sua pele tomava à luz da lua. Jamais saberás o quanto me excitava com cada movimento seu, com cada arrepio, com cada parte descoberta de seu corpo, com cada suspiro. Eu deveria rasgá-la com minhas presas, mas a sua ingenuidade me fez anjo. Fiz-me cria em seu macio seio. Confesso que conhecia cada centímetro de sua delicada pele, e isso me enlouquecia. Como conter meus desejos, meu faro? Seu inconsciente cio me fazia esquecer o raciocínio e me entregar à voluptuosidade. Então eu babava como animal. E me encontrava em meu primitivismo. Esperava que adormecesse novamente para me aproximar e entrelaçar meus chifres em seus cabelos e penetrar seus sonhos. Com atitudes mortais e inesperadas eu me via seguindo por caminhos não profetizados em Creta. E assim, passo a passo eu me aproximava do abismo. Minha vontade era de tomá-la em meus braços e esquecer o mundo que nos separava. Parte de mim, a desejava, enquanto a outra, queria devorá-la. Jamais saberás o quanto era admirada quando corria por todos os lados do labirinto, ofegante, com medo, tentando achar a saída, sem imaginar que tanto a entrada como cada muro daquele labirinto quem definia era eu. No entanto só sairia, quando eu desejasse. Quando eu desejasse... Se partisse, não teria mais sentido. Como a filosofia ou o ópio, um caminho sem volta. A experiência traz a ausência. Entre minha sobriedade e sua liberdade. Optei pela loucura e me sacrifiquei pelo sacrifício que me enviaram. Ingênuos, ou oportunistas são aqueles que dizem que fui morto pelas mãos de um mortal.
sábado, 14 de junho de 2008
Por Gabriela Hatum de Mendonça.

Ludíbrio desfrutável
"Devasso pecado íntimo que a mim
Condena meus devaneios surrealistas.
Sou a afronta inquietante do moralismo,
A feição humana aprisionada, obscuramente sádica.
Insanidade astuta, anseio instintivo.
Serei a amante fatídica, a libertina
A qual levará a ti a condenação, a clemência.
E desvirtuada trarei seu deleite.
Lolismo, Voyerismo, Sodomia.
Parafilia em falicismo.
Farei a minha iniqüidade flamejar em ti, equilibrado humano.
Em entediados momentos particulares
Procurará em rebento faminto a ninfa oculta,
O anjo místico amaldiçoado pela inclinação imprópria,
A sublime cópula coibida.
Realidade fidedigna, dissimulada repressão.
E sua veleidade, deslumbramentos em volúpia são acorrentados
Criando em ti a patologia da lascívia torpe, fazendo-o fraquejar
Diante de meus indignos apetites impudicos.
Bondage, Corefilia, Frotteurismo.
Sadismo e Masoquismo.
Sofrimento ao êxtase, imponho a ti, sensato humano.
Amordaçado, fricções extasiastes
Serão cometidas por minhas oscilações corpóreas
Em uma dança exótica entre meus flancos e ventre, e
Levá-lo-ei ao esplendor de todo júbilo.
Serei, assim, sua apologia ao crime,
A mascarada corrupta, a cruel intrusa de suas idealizações.
Estalos de açoite, o espartilho entreabrindo-se por minhas falanges,
E em meu mais altivo gemido, findarei meu ousado desígnio:
Conquistar-te."
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Vamos! Começai!

E prometo fingir que nunca as ouvi...
Deixarei você me envenenar com sua malícia, só pra que entenda o quão pequeno é diante do todo e de suas vontades.
Morder-me e sentir o gosto doce de final amargo de meu sangue que está repleto de ácido retinóico e pequenas explosões de animação...
Sua autopromoção sectária de um auto.
Só por um momento me farei cego e desentendido, para que assim possa dar cabo à profecia de seus atos...
Reabilitação desconstrutiva, desabilitação intuitiva...
Quando menos esperar quebrarei seu espelho...
E assim, deixará de existir para si e surgirá para mim.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Manifesto Utópico-Ecológico em Defesa da Poesia & do Delírio
Eu defendo o direito de todo ser Humano ao Pão & à Poesia. Estamos sendo destruídos em nosso núcleo biológico, nosso espaço vital & dos animais está reduzido a proporções ínfimas quero dizer que o torniquete da civilização está provocando dor no corpo & baba histérica o delírio foi afastado da Teoria do Conhecimento & nossas escolas estão atrasadas pelo menos cem anos em relação às últimas descobertas científicas no campo da física, biologia, astronomia, linguagem, pesquisa espacial, religião, ecologia, poesia-cósmica, etc., provocando abandono das escolas no vício de linguagem & perda de tempo em currículos de adestramento, onde nunca ninguém vai estudar Einstein, Gerard de Nerval, Nietzsche, Gilberto Freyre, J. Rostand, Fourier, W. Heinsenberg, Paul Goodman, Virgílio, Murilo Mendes, Max Born, Sousandrade, Hynek, G. Benn, Barthes, Robert Sheckley, Rimbaud, Raymond Roussel, Leopardi, Trakl, Rajneesh, Catulo, Crevel, São Francisco, Vico, Darwin, Blake, Blavatsky, Krucënych, Joyce, Reverdy, Villon, Novalis, Marinetti, Heidegger & Jacob Boehme & por essa razão a escola se coagulou em Galinheiro onde se choca a histeria, o torcicolo & repressão sexual, não existindo mais saída a não ser fechá-la & transformá-la em Cinema onde crianças & adolescentes sigam de novo as pegadas da Fantasia com muita bolinação no escuro.
Os partidos políticos brasileiros não têm nenhuma preocupação em trazer a UTOPIA para o quotidiano. Por isso em nome da saúde mental das novas gerações eu reivindico o seguinte:
1 - Transformar a Praça da Sé em horta coletiva & pública.
2 - Distribuir obras dos poetas brasileiros entre os garotos (as) da Febem, únicos capazes de transformar a violência & angústia de suas almas em música das esferas.
3 - Saunas para o povo.
4 - Construção urgente de mictórios públicos (existem pouquíssimos, o que prova que nossos políticos nunca andam a Pé ) & espelhos.
5 - Fazer da Onça (pintada, preta & suçuarana) o Totem da nacionalidade. Organizar grupos de Proteção à Onça em seu habitat natural. Devolver as onças que vivem trançadas em zoológicos às florestas. Abertura de inscrições para voluntários que queiram se comunicar telepaticamente com as onças para sabermos de suas reais dificuldades. Desta maneira as onças poderiam passar uma temporada de 2 semanas entre os homens & nesse período poderiam servir de guias & professores na orientação das crianças cegas.
6 - Criação de uma política eficiente & com grande informação ao público em relação aos Discos-Voadores. Formação de grupos de contato & troca de informação. Facilitar relações eróticas entre terrestres & tripulantes dos OVNIS.
7 - Nova orientação dos neurônios através da Gastronomia Combinada & da Respiração.
8 - Distribuição de manuais entre sexólogas (os) explicando por que o coito anal derruba o Kapital
9 - Banquetes oferecidos à população pela Federação das Indústrias.
10 - Provocar o surgimento da Bossa-Nova Metafísica & do Pornosamba. O Estado mantém as pessoas ocupadas o tempo integral para que elas NÃO pensem eroticamente, libertariamente. Novalis, o poeta do romantismo alemão que contemplou a Flor Azul, afirmou: "Quem é muito velho para delirar evite reuniões juvenis. Agora é tempo de saturnais literárias. Quanto mais variada a vida tanto melhor ".
terça-feira, 13 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Malditas exclamações?
segunda-feira, 28 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Pútrido
Nostru illusione.
Scott G. Brooksterça-feira, 15 de abril de 2008

Todo mundo é ator!
Mas de que serve o teatro?
Agora é sua vez pelado!
Não tem cachê, mas você pode ganhar experiência! (Essa é a pior. Ter de comer experiência?)
Quem você pensa que é? O "ator" David Copperfield!
Mas e aí, você trabalha também?
Você só faz teatro? Me dá um vip?
E aí? Gostou dos 15 minutos de fama?
Qualquer um faria isso!
Ofereçemos transporte e se houver necessidade (pausa) refeição.
Ainda vou te ver n
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Petit prince. O fim.
terça-feira, 18 de março de 2008
Metamorfose ambulante...
Acho que sou filho mimado.
Acho que me faço mimado.
Um dia acordo escultor, noutro pornográfico musicista...
Hoje eu acordei poeta...
Ou melhor, vou dormir poeta...
Amanhã acordarei semi-deus.
Ou um mutante urbanóide com seu ipod semi-contrabandeado...
quinta-feira, 13 de março de 2008
Entresvista com a Luxúria.
Conto I
A Ninfa
Ela abriu a porta com a chave que minutos atrás retirou de meu bolso quando ainda estávamos no elevador, e entrou na casa como se já a conhecesse, foi em disparada para o quarto onde se trancou no banheiro, enquanto eu pegava o vinho e duas taças que estavam no armário. Deitado na cama, abri o vinho e o coloquei de lado, foi nesse exato momento que vi a porta se abrir e dali surgir não mais aquela jovem tímida que a pouco custava tirar um sorriso, mas sim uma mulher com curvas exuberantes, um sorriso lascivo e um olhar que me penetrava por inteiro. À principio fiquei admirando-a por alguns momentos, e por um simples gesto passei de uma simples admiração para o mais feroz desejo, enquanto de costas para mim se curvou para pegar a garrafa que estava ao lado, e descartando as taças despejou aquela poderosa poção de cor tinta na boca. Pode parecer banal para os leitores esse simples gesto, mas afirmo que não o era, principalmente quando ao tomar o vinho, uma pequena quantia lhe escapava pelos lábios carnudos e lhe escorria pelo pescoço, seio, passando dentre o espartilho branco, até finalmente embebedar a pequena calçinha de renda também branca. A medida que o vinho escorria pelo seu corpo e pingava de seu sexo, meu membro enrijecera de tal modo, que podia-se notar uma forte taquicardia nas rígidas pulsações por sob a grossa calça que vestia. Seu sorriso se tornou ainda mais lascivo quando atentou a agora significativa saliência que ansiava ser tocada. Lentamente ela foi até a vitrola e escolheu para aquele momento um velho disco de Tom Waits, e começou a dançar de uma forma tão delicada que contrastava com o grave timbre do cantor, formando assim um lindo quadro de Waterhouse, com suas delicadas formas de sutil agressividade. Quando me levantei e tentei me aproximar fui barrado por seu sinal negativo, ela me pediu pra deitar novamente e com o olhar fixo de uma predadora se aproximou, e sobre mim lambeu meus lábios e em seguida os mordeu fortemente como se eu fosse presa. Lentamente foi descendo pela nuca e pescoço, desabotoou os poucos botões que ainda restavam em minha camisa e continuou a usar primorosamente a língua e os lábios, ela lambia e mordia meu peito de uma forma tão precisa que parecia saber os pontos mais sensíveis de meu corpo. Enquanto esfregava fortemente seu sexo sobre meu membro rijo, podia-se sentir um sutil perfume de...
















