domingo, 10 de maio de 2009
sábado, 2 de maio de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Grupo celebra 20 anos encenando Justine cheia de boas soluções cênicas
Por Beth Néspoli
domingo, 19 de abril de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Justine

sexta-feira, 20 de março de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Quando as imagens ficam, a saliva escorre e o sangue esquenta.
Quando os sonhos param, o orgasmo se interrompe.
Quando a vida recomeça, as vontades voltam e a vida volta a ser vida...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
ALBERTO GUZIK COMEMORA 60 ANOS DE PALCO COM TEXTO DE MIRISOLA
Um dos maiores críticos e atores do teatro brasileiro, Alberto Guzik, e o grande ator e amigo Chico Ribas, em "Monólogo da Velha Apresentadora", riso certo de linhas tortas. Uma comédia que faz rir e refletir sobre preconceitos que se arrastam pelo tempo... Vale muito a pena ver!MONÓLOGO DA VELHA APRESENTADORA
Texto: Marcelo Mirisola
Direção: Josemir Kowalick
Elenco: Alberto Guzik
Trilha sonora: Ivam Cabral
Iluminação: Rodolfo García Vázquez
Assistência de direção: Chico Ribas Quando: Quartas e quintas, 23h
Onde: Espaço dos Satyros Um, pça Roosevelt, 214
Quanto: R$ 20,00; R$ 10,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade); R$ 5,00 (Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt)
Lotação: 70 pessoasDuração: 40 min
Classificação: 12 anos
Gênero: ComédiaEstréia: 11 de fevereiro a 26 de março
Matemática divina...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
"Entre a bigorna e o martelo, fiquei o som" (Oswald Andrade)
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
O fim do ano ou apenas a vontade de se renovar...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Um brinde aos anjos da Roosevelt...

sábado, 13 de dezembro de 2008
Preguiça...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Le réflexe de moi dans le miroir du Narcisse qui pleure…
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Despedida...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
Nesse mar de lágrimas...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Eu vibro ao redescobrir pessoas maravilhosas.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. E eu mudo meus sentidos constantemente. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer em velho gato vira-lata e sem sentido. Só deixar de te querer? Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. E meu pulmão. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido. Só deixar de te querer? E eu mudo meus sentidos constantemente. E meu pulmão. Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. E meu pulmão. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. E eu mudo meus sentidos constantemente. Só deixar de te querer? E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. E eu mudo meus sentidos constantemente. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido. Só deixar de te querer? E meu pulmão. Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. E meu pulmão. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. E eu mudo meus sentidos constantemente. Só deixar de te querer? Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido.E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido.domingo, 9 de novembro de 2008
Sur le bonheur des Justes...
Michael Hussarsábado, 8 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Sexualidad explícita de Los Satyros impresiona al público

Al terminar la obra, los espectadores quedaron inmóviles en sus asientos, estupefactos y confundidos. Tardaron en recuperarse de la perversidad, el libertinaje, la violencia y repugnancia que causa La filosofía de la alcoba, obra teatral escrita por el mítico Marqués de Sade y representada por Los Satyros, reconocida compañía brasileña.Desde el primer instante, la obra pone a prueba la resistencia del público con escenas de sexo explícito. La puesta en escena comienza con una presentación de los actores y actrices masturbándose, mientras se oye una melodía escalofriante que introduce al público a una historia de lujuria, dolor, poder, libertinaje y reflexión. Cuando el director de la obra, Rodolfo García Vázquez, advertía sobre el contenido de la trama e insistía en que el público que asista a la pista de patinaje en Sonilum, donde se presenta la obra, tiene que tener un criterio sin prejuicios morales, de mentalidad liberal y con capacidad de resistencia, lo decía en serio.El lenguaje visual que presenta la puesta no es erótico, ni sutil, es más bien grotesco, agresivo y perverso; el dominio de escena que poseen los actores es digno de destacar, verdaderos valientes que interpretan el lado más despiadado, ruin y obsesivo del ser humano. La utilización de recursos como la iluminación, la música y el despliegue escénico hace que exista un dinamismo que mantiene la atención en una reflexión constante acerca de la conducta humana dejada a los instintos y pasiones. Se hace referencia a las limitaciones que provocan los conceptos morales, políticos y religiosos al placer y el libertinaje.Sin duda, La filosofía de la alcoba es una experiencia en donde la sangre, la orina, el semen, el excremento, el sudor y la saliva nos hacen reflexionar.
Polémica y provocadora
La obra teatral La filosofía de la Alcoba (1795) está basada en la novela homónima del Marqués de Sade (1740 - 1814) muestra la iniciación sexual de una joven doncella, teniendo como maestros a los míticos Dolmancé y Madame de Saint-Ange, dos de los personajes más libertinos de la historia del teatro. Aunque las lecciones son de sexo, también hay espacio para temas como la política y la moral.Se trata de una obra polémica desde los tiempos de su publicación en 1795, ya que fue censurada por un largo periodo por su alto contenido sexual.
Ficha técnica
Dirección: Rodolfo García Vázquez
Elenco: Andressa Cabral, Evelyn Ligocki, Marta Baião, Beto Bellini, Diogo Moura, Henrique Mello, Ruy Andrade
Iluminación: Flávio Duarte
Sonido: Poeta Queiroz Filho
Escenografía y vestuario: Marcelo Maffei
Producción ejecutiva: Evelyn Ligocki
Duración: 80 minutos
Costo de entrada: Bs 100


















