Entre o chão e o céu (vírgula) me vejo flutuando em (reticências)
Não consigo escrever quando estou (exclamação)
Amém


Um dos maiores críticos e atores do teatro brasileiro, Alberto Guzik, e o grande ator e amigo Chico Ribas, em "Monólogo da Velha Apresentadora", riso certo de linhas tortas. Uma comédia que faz rir e refletir sobre preconceitos que se arrastam pelo tempo... Vale muito a pena ver!MONÓLOGO DA VELHA APRESENTADORA
Texto: Marcelo Mirisola
Direção: Josemir Kowalick
Elenco: Alberto Guzik
Trilha sonora: Ivam Cabral
Iluminação: Rodolfo García Vázquez
Assistência de direção: Chico Ribas Quando: Quartas e quintas, 23h
Onde: Espaço dos Satyros Um, pça Roosevelt, 214
Quanto: R$ 20,00; R$ 10,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade); R$ 5,00 (Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt)
Lotação: 70 pessoasDuração: 40 min
Classificação: 12 anos
Gênero: ComédiaEstréia: 11 de fevereiro a 26 de março




Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. E eu mudo meus sentidos constantemente. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer em velho gato vira-lata e sem sentido. Só deixar de te querer? Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. E meu pulmão. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido. Só deixar de te querer? E eu mudo meus sentidos constantemente. E meu pulmão. Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. E meu pulmão. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. E eu mudo meus sentidos constantemente. Só deixar de te querer? E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido. E eu mudo meus sentidos constantemente. Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido. Só deixar de te querer? E meu pulmão. Às vezes quando eu paro, deitado, e sinto o meu sangue correndo a uma velocidade descomunal, meu pulmão se abre por completo. E meu pulmão. Na verdade, sempre jogo qualquer coisa que deveria estar no coração para o pulmão, então eu aspiro fundo, seguro alguns soluços e jogo tudo em gás carbono. E eu mudo meus sentidos constantemente. Só deixar de te querer? Uma vez estou atrás e outras estou bem longe... A vida nos ensina que o que não se pode ultrapassar, fica para trás ao mudarmos o sentido.E assim, meus dias estão completos, com minhas unhas roídas e meu tapete persa. O que mais poderia querer um velho gato vira-lata e sem sentido.
Michael Hussar
Al terminar la obra, los espectadores quedaron inmóviles en sus asientos, estupefactos y confundidos. Tardaron en recuperarse de la perversidad, el libertinaje, la violencia y repugnancia que causa La filosofía de la alcoba, obra teatral escrita por el mítico Marqués de Sade y representada por Los Satyros, reconocida compañía brasileña.Desde el primer instante, la obra pone a prueba la resistencia del público con escenas de sexo explícito. La puesta en escena comienza con una presentación de los actores y actrices masturbándose, mientras se oye una melodía escalofriante que introduce al público a una historia de lujuria, dolor, poder, libertinaje y reflexión. Cuando el director de la obra, Rodolfo García Vázquez, advertía sobre el contenido de la trama e insistía en que el público que asista a la pista de patinaje en Sonilum, donde se presenta la obra, tiene que tener un criterio sin prejuicios morales, de mentalidad liberal y con capacidad de resistencia, lo decía en serio.El lenguaje visual que presenta la puesta no es erótico, ni sutil, es más bien grotesco, agresivo y perverso; el dominio de escena que poseen los actores es digno de destacar, verdaderos valientes que interpretan el lado más despiadado, ruin y obsesivo del ser humano. La utilización de recursos como la iluminación, la música y el despliegue escénico hace que exista un dinamismo que mantiene la atención en una reflexión constante acerca de la conducta humana dejada a los instintos y pasiones. Se hace referencia a las limitaciones que provocan los conceptos morales, políticos y religiosos al placer y el libertinaje.Sin duda, La filosofía de la alcoba es una experiencia en donde la sangre, la orina, el semen, el excremento, el sudor y la saliva nos hacen reflexionar.
Polémica y provocadora
La obra teatral La filosofía de la Alcoba (1795) está basada en la novela homónima del Marqués de Sade (1740 - 1814) muestra la iniciación sexual de una joven doncella, teniendo como maestros a los míticos Dolmancé y Madame de Saint-Ange, dos de los personajes más libertinos de la historia del teatro. Aunque las lecciones son de sexo, también hay espacio para temas como la política y la moral.Se trata de una obra polémica desde los tiempos de su publicación en 1795, ya que fue censurada por un largo periodo por su alto contenido sexual.
Ficha técnica
Dirección: Rodolfo García Vázquez
Elenco: Andressa Cabral, Evelyn Ligocki, Marta Baião, Beto Bellini, Diogo Moura, Henrique Mello, Ruy Andrade
Iluminación: Flávio Duarte
Sonido: Poeta Queiroz Filho
Escenografía y vestuario: Marcelo Maffei
Producción ejecutiva: Evelyn Ligocki
Duración: 80 minutos
Costo de entrada: Bs 100